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Minha história de amor com a música country

5 nov 2016
banjo
Foto: Reprodução / Pinterest

Que eu sempre amei a dona Taylor Swift o mundo inteiro já desconfia, mas o meu sentimento profundo pelo som do banjo começou MESMO um pouco depois. A música dela sempre me inspirou de maneira inexplicável, mas por ela ser a única artista que eu ouvia do gênero country, a paixão era mais por ela em específico do que pelo tipo de música, apesar de já apreciar desde sempre a melodia de todos os seus álbuns (e preferir inclusive o som antigo à batida pop do 1989).

Em Julho de 2013, eu estava de férias, embaixo do cobertor, prestes a assistir algum vídeo aleatório no YouTube, quando me deparei com um anúncio da Vevo sobre o novo hit Cruise, da dupla country Florida Georgia Line. Nos primeiros 5 segundos de música eu já me encontrei boquiaberta, apaixonada, sem saber o que fazer com tantos sentimentos. Odeio inverno e amo verão desde que me conheço por gente, e o ritmo dessa música fez eu me sentir na praia no exato momento em que ouvi, ignorando por completo o péssimo tempo nublado que estava lá fora.

Florida Georgia Line continua sendo uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos e a sensação de verão contínuo permanece igualzinha. Tyler e Brian tem um espacinho reservado no meu coração desde o anúncio de Cruise no YouTube e a paixão que eu tenho pela música deles só aumentou com o tempo. Eles evoluíram bastante em questão de estilo, tanto o musical quanto o das roupas, e eu não preciso nem falar o quanto eu me emocionei (spoiler: foi bastante) ao ver o clipe de May We All, música maravilhosa lançada esse ano, no álbum Dig Your Roots, com participação especial do gênio do country conhecido como Tim McGraw.

Outra música deles que tem todo o meu coração é Dirt, lançada há dois anos. Esse clipe sim é o melhor de todos que eles já fizeram, e é tão lindo que eu não consegui assistir uma única vez sem me acabar em lágrimas. Sério, é lindo demais.

Agora mudando um pouco de banda, a que eu mais tenho ouvido ultimamente, sem dúvida alguma, é a Old Dominion. A primeira música que escutei deles, isso no ano passado ainda, foi Break Up With Him. Tem algo no tipo de música deles que é único, o que faz com que a pegada country de suas músicas seja diferente do que eu já estava acostumada a ouvir. As minhas favoritas definitivamente são Snapback (um absurdo de maravilhosa) e Crazy Beautiful Sexy.

 

Indo de banda para cantores específicos, não poderia terminar esse post sem mencionar dois dos meus favoritos. O primeiro deles é o Thomas Rhett, que comecei a ouvir há um tempão e não parei mais. O que gosto na música dele é que ela varia bastante e tanto as mais calminhas quanto as mais agitadas são sensacionais. Die A Happy Man é a que eu mais amo, pois além de ter um clipe fofíssimo (com participação especial da Lauren, que é a esposa linda dele), tem também uma letra muito boa e o ritmo mais relaxante e praiano desse mundo.

Outra que adoro do Thomas é T-Shirt. Essa eu definiria como a música que eu mais  gosto de dançar sozinha na minha vida. Ela tem um ritmo dançante que transforma até um dia entediante no melhor de todos quando você dá o play. Amo tanto essa música que nem sei descrever de outra forma.

Poderia ficar falando de música o dia inteiro, mas como preciso de uma finalização para esse texto, o último cantor que vou mencionar por aqui (mas não menos importante, muito pelo contrário) é o Ryan Follese. Esse eu acompanho desde 2011, quando ele ainda era da banda pop/rock Hot Chelle Rae. Confesso que já tive minha época de viciada na banda, era muito fã mesmo e sabia todas as letras decor. O tempo passou, um dos integrantes saiu… eles foram sumindo do mapa até que sumiram de vez. Foi então que, nesse ano, o Ryan decidiu seguir carreira solo e mais do que isso, mudou radicalmente de estilo musical. Segundo ele, por mais que ele gostasse muito do som da HCR e respeitasse todo o sucesso que haviam conquistado através dela, sentia que faltava algo para que ele se realizasse completamente… e como sua família sempre teve influência direta do gênero country (seus pais são compositores de bandas muito importantes), decidiu voltar às raízes de uma vez por todas. Não preciso nem falar o quanto eu fiquei feliz com essa mudança, ainda mais vindo de um artista que eu sempre admirei, como cantor e como pessoa. O novo EP, intitulado com o próprio nome dele, tem 6 músicas incríveis, e a que eu mais gosto é Put A Label On It. Ela está tocando no meu Spotify desde que foi lançada e imagino que continuará assim por muito tempo.